sexta-feira, 29 de junho de 2007

Problema da Semana: ...

Problema da Semana: ......
sem problema essa semana e nem nas próximas até conseguir alguem pra me ajudar a produzir no blog e divvulgar este

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Problema da Semana: entropia

Entropia

bom, to sem tempo pra procurar problemas legais, então como alguem comentou na materia sobre entropia aki vai alguns exercícios

1.Duas Fontes térmicas estão sob as temperaturas de T1=250K e T2=400K são postas em comunicação por uma barra de cobre. em decorrencia, energia termica é conduzida irreversivelmente da fonte quente para a fonte fria. após ser atingido o regime permanente, em um determinado intervalo de tempo 1000cal passam pela barra calcule:
a)a variação de entropia de cada uma das fontes
b)a variação de entropia do universo

2.a temperatura de 100g de hidrogenio foi reduzida de 300K para 100K, a volume constante. qual foi a variação de entropia do gas e do universo se:
a)o processo for reversivel;
b) o processo for irreversivel, com a fonte fria sempre a 100K

3.considere um sistema formado por n mols de um gas perfeito sofrendo uma transformação do estado 1 para o estado 2.calcule a variação de entropia em função de:
a)p e V b)T e V c)p e T

4.Dois recipientes indeformáveis com volumes iguais possuem,cada um, 1 mol de gás ideal.Um deles é preenchido com H2 e outro com O2.Ambos estão sob temperatura de 300K.Estabelece-se a comunicação entre os recipientes e os gases se misturam.(despreze qualquer possivel reação -.-)
a)Qual foi a variação de entropia do sistema
b)qual foi a variação de entropia do universo
c) a e b se os gases fossem iguais?

Solução do problema da semana anterior
qr a solução do problema?tente primeiro e depois poste a solução nos comments desse caso consiga, caso nao consiga mande-me um email e eu retornarei com a solução =)

sódio metálico

Na(s)+H2O(l)=bummmm



quinta-feira, 14 de junho de 2007

Problema da semana: discos uniformemente carregados

Problema da semana: discos uniformemente carregados

dessa vez sem figura =P
mesma regra, colocar solução nos comentários
mais um problema d inicio d esnsino superior ou ensino médio aprofundado
pre-requisitos: eletrostática(ensino médio normal), MHS(ensino médio normal), calculo integral

sejam dois discos paralelos de raio R uniformemtente carregados com carga Q fixos com centro no mesmo eixo x distantes 2Ð um do outro
seja uma particula pontual com carga q e massa m também no eixo x distante Ð dos centros dos discos

qual o campo gerado pelos discos sobre a particula se esta for deslocada de d sobre o eixo x?
se d é muito menor que Ð a particula entrará em MHS?se sim, qual o periodo?

Solução do problema da semana anterior
parte 1
"
Aqui vai uma solução para a sua malha, pelo princípio da superposição, talvez vc já conheça.
Imaginando um único fio, com potencial V, conectado que qualquer um dos nós da malha, em cada um dos quatro resistores que saem desse nó a corrente será 1/4 da corrente total.
Agora imaginamos um outro fio, com potencial -V, conectado a um nó contíguo. Analogamente, em cada um dos resistores a corrente que entra no nó é 1/4 de i.
Superpondo, ou seja, ligando-se os dois fios a dois pontos quaisquer contíguos, teremos:
V-(-V)=R(eq)*i=R(i/4+i/4) o que implica que R(eq) =R/2.
Bons estudos por aí e um abraço,
Osvaldo"
solução enviada pelo professor Osvaldo no dia 07/06/07
Parte 2
seguindo a mesma ideia da primeira parte
pelo princípio da superposição
Imaginando um único fio, com potencial V, conectado que qualquer um dos nós da malha, em cada um dos 6 resistores que saem desse nó a corrente será 1/6 da corrente total.
Agora imaginamos um outro fio, com potencial -V, conectado a um nó contíguo. Analogamente, em cada um dos resistores a corrente que entra no nó é 1/6 de i.
Superpondo, ou seja, ligando-se os dois fios a dois pontos quaisquer contíguos, teremos:
V-(-V)=R(eq)*i=R(i/6+i/6) o que implica que R(eq) =R/3.
Parte 3
seguindo a mesma ideia das duas primeiras partes
pelo princípio da superposição
Imaginando um único fio, com potencial V, conectado que qualquer um dos nós da malha, em cada um dos 2n resistores que saem desse nó a corrente será 1/(2n) da corrente total.
Agora imaginamos um outro fio, com potencial -V, conectado a um nó contíguo. Analogamente, em cada um dos resistores a corrente que entra no nó é 1/(2n) de i.
Superpondo, ou seja, ligando-se os dois fios a dois pontos quaisquer contíguos, teremos:
V-(-V)=R(eq)*i=R[i/(2n)+i/(2n)] o que implica que R(eq) =R/n.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

O que é vida?

texto retirado do site http://osvaldo.guimaraes.googlepages.com

Introdução

Para tentar responder a essa pergunta, vamos primeiramente imaginar uma paisagem desértica e acidentada fotografada duas vezes num intervalo de digamos 10 anos. Ao olhar a segunda foto notaremos os sinais do tempo. A ação do vento e da chuva reduziu a altura de alguns morros e a erosão criou algumas valas. No entanto, de uma forma desafiadora, observamos uma árvore que cresceu. Nesse período, o centro de massa dessa desafiante se elevou, contrariando o caminho natural do restante do ambiente.

Qualquer indivíduo inteligente notaria o contraste na paisagem. No entanto, neste ensaio, em busca de uma definição, procura-se discutir todos os conceitos envolvidos nela, em particular o de entropia.

Quando mencionamos a tendência natural da matéria inanimada estamos falando de uma lei natural, uma lei física. A quantificação dessa lei é feita por uma grandeza denominada entropia. Como aponta Schrödinger [1], a vida se contrapõe à tendência natural da matéria inanimada, navegando contra o aumento de entropia. Essa característica, neste trabalho entendida com necessária, não é contudo de aceitação universal [2].

A entropia segundo Carnot e Boltzman

O trabalho seminal para a definição clássica de entropia foi o de Sadi Carnot (1824). Nessa formulação, é impossível o calor passar espontaneamente do frio para o quente [3].

Boltzman se pôs a trabalhar num formalismo estatístico para um sistema de muitas partículas. Simplificadamente falando, se tivermos um sistema de muitas partículas confinadas em um ambiente e sujeitas ás leis da Física, haverá distribuições muito mais prováveis. Inversamente, haverá também distribuições muito improváveis, como por exemplo, todas as partículas do ar de uma sala ficarem somente na metade esquerda dessa sala.

Há duas grandes contribuições de Boltzman em relação ao antigo conceito de entropia. Primeiramente, ele não surge como uma imposição a mais nas leis da Física, mas sim como uma decorrência lógica das probabilidades. Além disso, a estatística de Boltzman não exclui a possibilidade de eventos singulares, como nevar no Ceará, por exemplo.

Do ponto de vista estatístico isso não seria impossível. Seria necessário um conjunto de circunstâncias. Quando começamos a quantificar a probabilidade de que isso aconteça vemos o quão improvável é o evento.

Comparando os resultados

À primeira vista, a formulação estatística de Boltzman pode parecer algo mais complicada e pouco vantajosa em relação a Carnot, mas quando deitamos os olhos em alguns exemplos, os ganhos trazidos por Boltzman ficam claros.

Seria possível, por uma ação casual do vento, choques térmicos ou abalos sísmicos acabarmos por obter uma pedra cujo centro de massa seja muito alto, como o da figura seguinte?


Fig. 1. Uma formação rochosa impossível segundo Carnot, improvável segundo Boltzman. Tão improvável que é atração turística.

Estritamente segundo as idéias de Carnot, a resposta é não. A entropia do sistema constituído pelas partículas dessa pedra aumentou.

Para acirrar a comparação, vamos a uma outra formação rochosa: Stonehenge.


Fig. 2. Uma outra formação rochosa singular.

Seria possível obter uma formação desse tipo pela ação do vento?

Não é preciso que façamos cálculos para saber o quão improvável é o fato. A formação de uma das pedras, nas condições que se apresentam, seria altamente improvável. Duas, muito mais. Um círculo, nem pensar. Há a interferência de uma vontade ausente na matéria inanimada. Talvez a resposta à questão “o que é vida” esteja na comparação dessas duas formações. No formalismo de Carnot há o impossível, no de Boltzman o improvável, mas mesmo o improvável chega perto do limite do impossível quando se fala da matéria inanimada. Com Carnot, vemos o que o ser vivo faz, e a matéria pura e simples, acompanhada pelas leis da Física, não faz. Com Boltzman pudemos descobrir que os seres vivos fazem o improvável.

A resposta - 1ª tentativa

Detalhado o conceito de entropia, pode-se arriscar uma primeira definição de vida. A vida compreende um volume de controle cujo fluxo entrópico é negativo. No entanto, veremos mais adiante que essa definição, embora necessária, não é suficiente. Por ora, é importante discutir a força de expressão de Schrödinger ao dizer que a vida segue na contra-mão das leis naturais. Realmente, a frase parece ter sido um exagero do autor. A segunda lei não proíbe a redução de entropia de um sistema, apenas assegura que esse processo não é espontâneo, ou seja, ele tem um aspecto volitivo.

O ser vivo, ao diminuir sua entropia, aumenta a do ambiente em que está imerso, mas esse aumento é necessariamente maior que a redução que o ser vivo consegue para si. Quando consideramos o ser vivo e o ambiente conjuntamente, vemos que as leis da física estão perfeitamente obedecidas.

O que torna o ser vivo singular é possuir um código que lhe permita fazer essa barganha. Como a planta que se embebe de quase toda água espalhada aleatoriamente ao seu redor para organizá-la em seus floemas e xilemas. Uma alegoria interessante seria pensarmos na travessia de dois penhascos próximos. Há inúmeras trajetórias possíveis para tanto. Uma corda bamba interligando os dois é uma delas. Por ser única, é altamente improvável que seja a trajetória escolhida, mas é por ela que a vida segue. Para atingi-la, a vida derruba algumas pedras, almoça algumas raízes, arranca um longo galho para ajudá-la no equilíbrio e finalmente chega ao outro lado, deixando atrás de si o aumento da entropia; as marcas do estrago. E não teria sido a vida a colocar a corda?

Extensões da vida e metabolismo

Uma sala jaz com o ar condicionado ligado. Enquanto for fornecida energia ao aparelho ele, continuamente, vai retirando calor da sala mais fria e rejeitando esse calor para o ambiente externo, mais quente. Uma interferência decisiva nos processos naturais. Grosseiramente comparando, isso seria por um ser vivo munido de um balde retirando o calor do mais frio e levando-o para o mais quente. Nesses processos identificamos uma condição necessária da vida.

O ser vivo cria extensões de si mesmo, ele aumenta o volume de controle de fluxo entrópico negativo. Braços mecânicos, pás, martelos e engenhocas que funcionam com pouca, ou quase nenhuma interferência do criador. Uma bomba biriba pode funcionar anos aproveitando a energia da correnteza para encher continuamente uma caixa d’água. O fruto de seu funcionamento vai no fluxo contrário da entropia.

O que falta a essa bomba para ser viva? Falta-lhe um processo metabólico próprio pelo qual ela se regenere e se reproduza. Com essa restrição, podemos enxergá-la como uma extensão do ser vivo que a criou. A enxada não se reproduz, nem o aparelho de ar condicionado.

Nesse aspecto, o motor de um carro, por exemplo, ou até o carro todo, são também extensões de seres vivos. Algo que o ser vivo agregou ao seu volume de controle, como agregamos dentes de porcelana, próteses, vestimentas que nos protegem de trocas de calor indesejáveis etc.

Deixemos de lado então os engenhos construídos por seres vivos fora de nossa argüição, considerando-os meras extensões da vida que medra e se espalha, tendo essa propriedade como uma de suas características. Assim como quando se espanta uma mosca com uma varinha. A varinha pode ser de uma resina mineral insossa, mas age como extensão da vida. Não é um mineral que espontaneamente se levantou e agiu.

As extensões da vida agem de acordo com regras impostas pela vida.

Admitindo então a definição de fluxo entrópico negativo, aliada à necessidade de metabolismo, parece que chegamos a uma definição precisa.

Infelizmente, não é assim. Em primeiro lugar porque temos exemplo de seres que não hesitaríamos em classificar como vivos e que, no entanto, não se reproduzem, como o burro e a mula; além disso, há bactérias que, quando em condições adversas às suas sobrevivências, se cristalizam até que as condições mudem. É difícil dizer que nesse período essas bactérias são seres vivos. O metabolismo está ausente. Sequer podemos dizer que hibernam, pois a hibernação compreende ainda um metabolismo residual. Por outro lado, é também difícil dizer que elas não seres vivos. Resta-nos admitir que a vida às vezes se esconde em períodos de latência e que até aqui a definição não é completa, embora adequada para muitas diferenciações.

Pelo menos a questão se os vários tipos de vírus são vivos ou não fica decidida. Nesse cenário eles não são. Dependem do metabolismo da célula que invadem para se manifestar e se reproduzir.

Vida artificial

Finalmente, devemos discutir um pouco mais sobre as extensões da vida. Quão sofisticados podem ser os engenhos que a própria vida cria para imitar-se? Eles podem realizar tarefas que se oponham ao aumento de entropia, podem ter um simulacro de metabolismo envolvendo até reprodução, mas funcionam de acordo com os ditames de sua fabricação. Descuidos acontecem, mas ainda não vimos um motor se rebelar, ou uma enxada se voltar contra o agricultor, pelo menos por enquanto. Mas se um dia isso vier acontecer, talvez seja esta a primeira frase de espanto a ser a ouvida:

─ A enxada está viva!

Bibliografia

1. ERWIN SCHRONDINGER. O que é vida? São Paulo: Unesp, 1977.

2. S. J. GOULD, in M. P. MURPHY & L.J. O'NEILL (ORGS.). O que é vida? 50 anos depois São Paulo: Unesp, 1997.

3. PIERRE LUCIE. Física Térmica Rio de Janeiro: Campus, 1980. 328 p.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Problema da semana: malha infinita



primeira postagem pra valer

coloquem suas soluções na parte de comentários desta postagem

um probleminha de eletrodinâmica em 3 partes

1. seja uma malha infinita como na figura
calcular a resistência equivalente entre dois nós consecutivos.

2. seja uma malha infinita como a da figura mas em 3 dimensões
calcular a resistência equivalente entre 2 nós consecutivos

3.seja uma malha infinita como a da figura mas em n dimensões
calcular a resistência equivalente entre 2 nós consecutivos.

*todos os resistores são idênticos e com uma resistência R


coloquem suas soluções nos comentários, se alguém que desistiu de tentar quiser uma solução coloque o email no comentário que eu mandarei a minha solução, ou apenas olhe a solução de alguém que já tenha colocado
eééé´´eé, meu ftp foi atualizado, o blog ainda não está pra valer, mas vale conferir minha página http://exatas-share.no-ip.org
os ebooks estão mais organizados e expandi a lista(agora são livros d qualquer tipo)
PS:a maioria dos arquivos(todos, exceto ebooks, as musicas com "cel" no nome da pasta e a futura pasta d estudo d linguas) são temporários no meu HD e logo sairão da ftp tb
flws

segunda-feira, 4 de junho de 2007

opa, o blog está fechado ainda por falta d tempo, obrigado pela visita, aki vai um prêmio: http://exatas-share.no-ip.org/
ai vc se conecta ao meu pc, deixei umas musicas(na verdade são as listas d musica q eu coloco no celular) e uns livros pra qm quiser, a conexão num é muito boa mas vale dar uma olha.

a eh, preciso d alguem da área d biologicas, de economia e ciências sociais pois gostaria d incluir essas áreas no blog mas não sei nada sobre esses, mesmo q só apareça com postagens periodicas(para uma certa pessoa se ela ler isso estou oferecendo um auxilio lan house)
mais pessoas da area de exatas q se propuserem a participar tb serao bem vindos